SUSPIROS EIVADOS: UM RELATO DA CONTAMINAÇÃO DIDÁTICA NA AULA DE LIBRAS NO CURSO DE HISTÓRIA
Resumo
Nesse pequeno trabalho em forma de resumo expandido, eu deveria escrever uma resenha, na tentativa de falar a respeito da experiência de aprendizagem de Língua Brasileira de Sinais (Libras) nas aulas dessa disciplina inserida no curso de História – Licenciatura. Porém, isso ficaria muito impessoal, ao invés disso preferi descrever como e em que essas aulas me “afetaram”.Antes de continuar, convém frisar que a disciplina de Libras tornou-se obrigatória nos cursos de Licenciaturas, ou seja, cursos que formam profissionais para o ensino, por meio da Lei Federal n. 10.4362 de 24 de abril de 2002, sancionada pelo então presidente da República Federativa do Brasil, o excelentíssimo senhor Fernando Henrique Cardoso. Aproximadamente três anos mais tarde, o então presidente da República, o excelentíssimo senhor Luiz Inácio Lula da Silva promulga o Decreto Federal n. 5.6263 de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a “Lei da Libras” como ficou conhecida a Lei n. 10.436, que dentre outras disposições, regimenta a formação de profissionais para atuarem no ensino da Libras.
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