PRÁTICAS DE GESTÃO DE PESSOAS: A “DOCÊNCIA SURDA”
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Resumo
Ao pensar na inclusão de pessoas com deficiência (PCD) no mercado de trabalho, destacam-se as dificuldades enfrentadas tanto por elas quanto pelas organizações, que precisam cumprir exigências legais para compor seu quadro com PCDs. A legislação busca garantir acessibilidade e a permanência desses profissionais no emprego, promovendo sua empregabilidade. No caso da surdez, o trabalho como professor de Libras ou como tradutor e intérprete para estudantes surdos são oportunidades. Assim, organizações de ensino precisam adotar práticas de Gestão de Pessoas que reconheçam essas diferenças e desenvolvam soluções para gerir os colaboradores com deficiência. Sendo assim, o objetivo deste trabalho é compreender se as práticas de Gestão de Pessoas, especificamente de docentes surdos do IFSC, são compatíveis com suas necessidades laborais para o exercício de suas atribuições. Isto por meio de uma abordagem qualitativa com coletas de dados documental e análise de conteúdo. Os resultados encontrados não apontam para práticas de gestão adaptadas a docentes surdos no IFSC, mas para PCDs em geral, algumas delas são observadas. Conclui-se que as práticas de Gestão de Pessoas do IFSC ainda não atendem plenamente às necessidades específicas de docentes surdos.
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