SematosEma e SematosEmia da Libras: ponderações sobre a terminologia
Resumo
Sumariamente, as línguas de sinais e as línguas orais diferenciam-se quanto à modalidade na qual cada uma está disposta, entretanto ambas são línguas naturais e partilham dos mesmos universais linguísticos. Assim, é usual o emprego dos termos Fonema e Fonologia nos estudos em línguas de sinais. Todavia, tomando o aspecto visuoespacial, algumas pesquisas apontam para o surgimento de outras nomenclaturas que tentam dar conta desses conceitos nessa modalidade linguística específica, como é o caso do par terminológico SematosEma/SematosEmia idealizado por Capovilla (2015). Nesse sentido, a presente produção tem como objetivo analisar os termos SematosEma e SematosEmia no âmbito da sua criação e da sua adequação às particularidades da Libras. Assim, o que se verifica, entre outros pontos, é que, da forma como foi apresentado e conceituado, o par terminológico, do ponto de vista etimológico, parece estabelecer uma relação mais harmoniosa e direta com os elementos internos que os compõem, no entanto demonstra demandar, por parte dos estudiosos e usuários da Libras, saberes específicos de ordem etimológica para que seja bem compreendido, o que, em certa medida, deixa comprometida a aplicabilidade dessa proposta terminológica. Palavras-chave: Libras; Terminologia; SematosEma; SematosEma.
Como citar este trabalho
Direitos e uso
Os direitos deste trabalho pertencem aos autores e ao veículo de publicação original. O Libras.com.br cataloga e dá acesso ao documento, mas não define seus termos de uso: antes de reutilizar, copiar ou redistribuir o conteúdo, consulte a licença no repositório de origem.
Ver no repositório de origem