MOBILIDADE INTERNACIONAL PARA ESTUDANTES SURDOS
Resumo
O artigo aborda o ingresso de estudantes surdos na universidade e as fragilidades nas/das políticas linguísticas da UFPEL e da FURG. A falta de atenção às necessidades comunicativas dos sujeitos surdos demanda uma reflexão crítica e propostas. Nesse sentido, enfatiza-se a importância de considerar a proficiência em LE e o aspecto comunicativo negligenciado desde a educação básica. Defende-se um modelo plurilíngue (LIBRAS/Português e ASL/Inglês) para atender as quatro habilidades linguísticas e sugere-se revisões nas políticas linguísticas para oportunizar a mobilidade acadêmica internacional para surdos, contribuindo não só para o debate sobre inclusão, mas também para a equidade no processo de formação superior.Palavras-chaves: Políticas linguísticas; Estudantes Surdos; Línguas de Sinais; Ensino de Línguas.
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