JOGOS ANALÓGICOS E DIGITAIS COMO FERRAMENTAS LÚDICAS NA AMBIENTAÇÃO E NO ENSINO DE ESTUDANTES SURDOS EM SALAS DE AULA REGULARES
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Resumo
O processo de escolarização de estudantes surdos no Brasil, segundo autores clássicos na área como Ana Regina e Souza Campello, é resultado de um contexto histórico de luta, em meio a conjunto de obstáculos infraestruturais, formativos e curriculares quanto ao processo de ensino-aprendizagem dos mesmos em salas de aula regulares. Desta forma, tomando como base tais problemáticas e compreendendo a necessidade da elaboração de ferramentas didático-pedagógicas que possam potencializar a prática docente em diferentes espaços formativos, este artigo buscou analisar de que forma os jogos analógicos e digitais podem contribuir tanto para o processo de ambientação como no ensino de estudantes surdos. Para isso foi realizada uma revisão sistemática da literatura sobre a articulação entre jogos digitais/analógicos e o ensino de estudantes surdos. Com base na análise realizada, se identificou um maior número de trabalhos vinculados ao uso de jogos analógicos, além da grande associação desses, juntamente com os jogos digitais, com abordagens de cunho medicalizante. Diante deste contexto, foram propostos dois modelos de intervenção e verificado o potencial das ferramentas lúdicas, jogos analógicos e digitais, frente à trajetória formativa de estudantes surdos em meio ao ambiente de ensino, o corpo docente e estudantes ouvintes em questão.
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