Acessibilidade em Libras no exame vestibular para surdos
Resumo
A promoção e efetivação de ações afirmativas para amenizar os obstáculos que impedem e/ou dificultam a participação de grupos linguísticos minoritários, em processos seletivos de ingresso à Universidade, constituem boas práticas inclusivas na atualidade. Denominado de ensaio teórico, o artigo discorrerá criticamente sobre o cumprimento de normativas que garantem a acessibilidade em Libras, para candidatos surdos, em exames vestibulares. Para tal desígnio, problematizará a prova escrita e a presença do profissional tradutor e intérprete de Libras/Português, defendida como aspectos normativos de realização do exame nacional, nesta etapa de ensino. Posteriormente, analisar-se-á o uso de softwares de tradução automática com avatares nesse contexto, propondo reflexões sobre o uso dessa tecnologia em atividades desta natureza. Apesar de mais de uma década de discussões pontuais sobre a temática, à acessibilidade dos exames vestibulares em Libras, aquece o debate sobre o potencial e limitações dos profissionais e das tecnologias disponíveis para este fim, constituindo a parte necessária da análise no momento.
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