O ensino da língua de sinais brasileira na educação infantil: caminhos para o uso e difusão
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Resumo
A Língua Brasileira de Sinais – Libras1 tem ganho cada vez mais visibilidade, assim como as pessoas surdas. Tal fenómeno é justificado a partir das políticas públicas implementas, que surgiram diante das lutas de grupos e movimentos sociais, que passaram por diversos contextos educacionais ao longo da história, como: a educação especial, educação inclusiva e hoje a Libras como primeira língua (L1) de instrução e o português escrito como segunda língua (L2).">educação bilíngue para surdos. E embora haja diversos dispositivos legais e políticas que fomentem o uso e difusão da Libras, ainda não temos uma oferta satisfatória em âmbito nacional como componente curricular. Então, a partir da demanda pelo uso e ensino da Libras para todos, foi realizado um trabalho de ensino de Libras, como segunda língua, para crianças ouvintes em uma Unidade Municipal de Educação Infantil no município de São Gonçalo, no estado do Rio de Janeiro – Brasil. Muitas crianças surdas estão hoje em escolas inclusivas, muita das vezes sem professores bilíngues, intérpretes ou profissionais que saibam comunicar- se com elas. Além disso, na educação infantil, como em qualquer outra etapa, é necessário que haja interação entre pares, para potencializar o processo de aquisição da linguagem.
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