ÉTICA NA INTERPRETAÇÃO DA LIBRAS-PORTUGUÊS NA SALA DE AULA: FRUTOS DE POSTURAS ÉTICAS
Resumo
Fruto de uma tese de doutorado sobre a alteridade como fundamento ético para a tradução e interpretação da língua de sinais na sala de aula, este texto tem por objetivo analisar o dizer dos tradutores e interpretes de Libras sobre o que é ser ético na sala de aula. Para isso apresenta uma discussão a partir da análise de um conjunto de três entrevistas de tradutores e intérpretes de língua de sinais (Tils) que atuam na sala de aula no ensino médio e superior. A fundamentação teórica segue o princípio de ética da tradução, baseada em reflexões de autores dos Estudos da Tradução, que tratam da tradução de uma língua para outra apontando que a ética está no respeito às diferenças das línguas e que o tradutor é ético quando assume sua responsabilidade no ato tradutório
Resumo parcial : o texto recebido da fonte está incompleto. Consulte o texto integral no repositório de origem. Abrir a fonte
Como citar este trabalho
Direitos e uso
Os direitos deste trabalho pertencem aos autores e ao veículo de publicação original. O Libras.com.br cataloga e dá acesso ao documento, mas não define seus termos de uso: antes de reutilizar, copiar ou redistribuir o conteúdo, consulte a licença no repositório de origem.
Ver no repositório de origem