"Cada surdo tem um jeito diferente, igual o professor"
Resumo
A análise dos registros gerados em campo mostrou que as representações construídas pelos participantes acerca de si mesmos, dos outros e das duas línguas que circulam naquele contexto de apoio pedagógico remetem à condição do português como língua legitimada na escola pensada pelos ouvintes, enquanto a língua de sinais (LIBRAS) é colocada na condição de língua de apoio.Esse conflito reflete diferenças hierárquicas entre os três educadores envolvidos no contexto: uma ouvinte, que ocupa posição superior por ser a facilitadora do contato com o português; e dois surdos, cujos papéis transitavam ora pela aceitação, ora pela resistência à posição hierárquica inferior, por parte da educadora
Resumo parcial : o texto recebido da fonte está incompleto. Consulte o texto integral no repositório de origem. Abrir a fonte
Como citar este trabalho
Direitos e uso
Os direitos deste trabalho pertencem aos autores e ao veículo de publicação original. O Libras.com.br cataloga e dá acesso ao documento, mas não define seus termos de uso: antes de reutilizar, copiar ou redistribuir o conteúdo, consulte a licença no repositório de origem.
Ver no repositório de origem