Helen Keller

Helen Keller – escritora, conferencista e ativista social

Helen Adams Keller nasceu em 27 de junho de 1880, em Tuscumbia, no estado do Alabama (EUA), e faleceu em Westport, em 1 de junho de 1968. Reconhecida escritora e conferencista, além de ativista social. Filha de Arthur Keller, um influente homem, capitão de profissão e prefeito do Alabama.

Sua doença: Helen perdeu sua visão e audição em uma doença que naquela época foi diagnosticada como febre cerebral, e que, para os pesquisadores de hoje, acreditam ser na realidade escarlatina. Embora de família influente, teve uma infância complicada, pois não teve inicialmente uma orientação adequada que lhe preparasse para aprender e relacionar-se com o mundo em sua volta.

Somente ao completar 7 anos de idade, seus pais decidiram contratar a professora Anne Sullivan, então com 21 anos de idade, para morar em sua casa e dar-lhe educação e acompanhamento necessário, utilizando-se do método de Tadoma (consiste em tocar a garganta e os lábios da pessoa que fala combinado com dactilogia na palma da mão). Curioso é que Helen até a chegada da professora, ainda não falava e nem compreendia o significado das coisas.

Incrivelmente, a professora Anne Sullivan, que havia ficado cega quando criança recuperou sua visão, após ter se submetido a nove operações, motivo pelo qual tinha estudado na Escola Perkins para Cegos ou Perkins School for the Blind. Anne fora indicada pelo famoso inventor e cientista Alexander Graham Bell, após ter sido procurado pelos pais de Helen. A partir daí, a vida de Helen Keller e Anne Sullivan tornou-se inseparável, até a morte desta última, ocorrida em 1935.

Tenho o desejo de realizar uma tarefa importante na vida. Mas meu primeiro dever está em realizar humildes coisas como se fossem grandes e nobres.
Mantenha seu rosto voltado para o sol e você não conseguirá ver a sombra.
O otimismo é a fé em ação. Nada se pode levar a efeito sem otimismo.
Nunca se pode concordar em rastejar, quando se sente ímpeto de voar.
A experiência humana não seria tão rica e gratificante se não existissem obstáculos a superar. O cume ensolarado de uma montanha não seria tão maravilhoso se não existissem vales sombrios a atravessar.
Tudo o que amamos profundamente converte-se em parte de nós mesmos.
Quando uma porta da felicidade se fecha, outra se abre, mas costumamos ficar olhando tanto tempo para a que se fechou que não vemos a que se abriu.
As melhores e mais belas coisas do mundo não podem ser vistas nem tocadas, mas o coração as sente.